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Agrupamento de Escolas António Rodrigues Sampaio

Uma escola de sorrisos.

Sobre o agrupamento

O mundo atual assiste a um complexo e veloz desenvolvimento da tecnologia, que absorve quase todas as ações que desenvolvemos no dia-a-dia. Sem dar por isso, os nossos jovens fecham-se perante os outros, quer sejam pares ou adultos.

A escola é a grande aliada da família e da sociedade em geral, na tentativa de reversão desta realidade.

O Agrupamento de Escolas António Rodrigues Sampaio aposta na oferta de um ambiente adequado ao desenvolvimento integral dos seus alunos. Para além da excelência académica e de outros valores que são importantes para uma educação de qualidade, a escola é aqui assumida como um lugar de sorrisos. Ser feliz na escola é um ideal de toda a comunidade escolar. Acreditamos que só se consegue proporcionar felicidade se uma pessoa for capaz de ser feliz também.

“Uma escola de sorrisos” é um lugar para onde queremos ir, onde queremos estar, onde nos sentimos bem, onde aprendemos e encontramos amigos com quem podemos contar.

Construir e garantir um ambiente deste tipo é um pressuposto fundamental deste Agrupamento, traduzindo-se no interesse em promover a felicidade e a resiliência das pessoas.

Preocupamo-nos em proporcionar um ambiente seguro, acolhedor, afetivo e estimulante em todas as escolas. Favorecemos o acolhimento da diversidade e promovemos espaços de diálogo com a comunidade educativa.

O Agrupamento tem por norma refletir sobre o seu desempenho, tomando decisões e adotando estratégicas tendo em vista a melhoria e a eficácia.

As linhas que orientam a sua atuação são as seguintes:

1 – Desenvolvimento do ensino-aprendizagem/Organização Pedagógica

A qualidade e o sucesso educativo são o ponto fulcral da ação pedagógica. Esta linha orientadora implica a diversificação das atividades, a valorização do trabalho na sala de aula, a melhoria dos resultados escolares e o trabalho cooperativo entre docentes.

  • A seguinte oferta, para além do Ensino Básico e que a distingue das demais: Educação pré-escolar (assiduidade e frequência das crianças são indicadores do interesse da comunidade por esta valência), Cursos de Educação e Formação (direcionado para horticultura, jardinagem e floricultura), turmas Fénix (com reflexos positivos no sucesso educativo dos alunos), clubes (em regime voluntariado e com frequência significativa), serviço de apoio às famílias (prolongamento de horário no pré-escolar e 1º ciclo, satisfazendo necessidades dos pais / EE), Mostra formativa (apresentação de informação sobre oferta educativa nos anos terminais de ciclo), articulação com várias entidades locais, conforme acima referido.

Entende-se que estes fatores identitários devem ser exponenciados, reforçando-se os mecanismos que os suportam, conforme previsto no Projeto Educativo, documento estruturante do Agrupamento, reiterando-se que o mesmo norteia este Plano de Intervenção.

2 – Relação com a comunidade e o meio envolvente

A abertura da escola ao meio perspetiva a valorização do ambiente interno e o reconhecimento do trabalho realizado pela comunidade escolar. A envolvência da comunidade educativa torna-se uma mais-valia e forte aliada na prossecução do Projeto Educativo e alcance das metas definidas. A escola não pode ser vista como um microssistema fechado, no qual os atores se isolam, transmitindo e recebendo conhecimentos. A globalização exige, hoje, uma forte intervenção de todos os setores da sociedade na construção da identidade individual e coletiva dos alunos.

3 – Identidade e Coesão do Agrupamento

Uma nova realidade exige mudanças e grandes adaptações; neste sentido, pretendemos promover a articulação no Agrupamento, com o objetivo de elevar a qualidade do serviço prestado. É importante promover a imagem do Agrupamento e do trabalho desenvolvido junto da comunidade. A avaliação interna é um dos pontos fundamentais para a promoção do sucesso educativo.

4 – Gestão e Liderança partilhada

Perante as atuais exigências legislativas e sociais, a escola enfrenta diariamente novos desafios de responsabilidade a nível educativo. Ao Diretor, são impostas decisões organizativas apropriadas às necessidades da aprendizagem diagnosticadas. Estas decisões não podem partir exclusivamente do órgão diretivo, mas têm de ser partilhadas e sustentadas pela comunidade escolar e educativa. Neste sentido, esta linha orientadora abrange toda a dinâmica de elaboração dos documentos de referência do Agrupamento, bem como a política de gestão dos recursos humanos, financeiros e físicos, onde o princípio de prestação de contas tem subjacente a autonomia e a capacidade de decisão.

5 – Integração e igualdade de oportunidades

Vários estudos apontam que o sucesso escolar está relacionado com a origem social das famílias, ou seja, que as crianças de famílias carenciadas têm mais dificuldades em obter bons resultados escolares. O combate à pobreza e exclusão social é, então, uma das principais áreas de intervenção contempladas na Escola portuguesa, que ultimamente tem tentado apresentar respostas no domínio da formação e emprego. Neste contexto, o Agrupamento de Escolas António Rodrigues Sampaio, atendendo ao tecido socioeconómico que serve, vê-se perante a necessidade de fazer emergir estratégias e respostas a novos desafios colocados pela conjuntura atual do país e do concelho.

Pretendemos constituir-nos um Agrupamento dinâmico, promotor do sucesso educativo e escolar, apoiados na rede educativa, onde toda a comunidade seja chamada a refletir de forma colaborativa e interventiva.

Órgãos Institucionais

Conheça os órgãos consultivos e de gestão.

Quadro de Excelência e Mérito Escolar

Saiba quem foram os melhores alunos ao longo dos anos.

Alunos

Descubra tudo o que precisa de saber para o seu percurso escolar: turmas, horários, mérito, etc.

Escolas do Agrupamento

Conheça as características e contactos de cada uma das nossas escolas.

Escola Básica de Belinho

Orago: S. Pedro Fins
Área: 7,4 Km2
População: 2.017 habitantes (Censos 2011).
Atividades Económicas: Agricultura e Transformação de Granito.
Toponímia: segundo vários autores, Belinho trata-se de um antropónimo, ou seja, o nome de um homem. Essa origem poderá remontar à romanização, onde este local terá adotado um nome próprio romano Belinus.
Brasão: Escudo de azul, com uma estrela de ouro e, em orla, oito abelhas de ouro, realçadas de negro. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco com a legenda a negro: “BELINHO“ (Diário da República, III Série, nº 33, de 09/02/1999).
Localização: Belinho situa-se na parte norte do concelho. Confronta a norte e nascente com a freguesia de Antas (S. Paio), a poente com o Oceano Atlântico e a sul com Vila Chã e Mar (S. Bartolomeu).
Património Cultural e Edificado: Igreja paroquial; Capela da Senhora da Guia; Cruzeiro; Capela de Santo Amaro; Fontes do Calvário; Capelinhas da Procissão de Passos; Alminhas e Cruzeiros.
Património Natural: Miradouro da Senhora da Guia.

Escola Básica de Belinho

Morada: Rua do Cruzeiro
4740–165 Belinho
Telefone: 253872529
Email: [email protected]

Escola Básica de Góios

Morada: Rua da Escola
4740–538 Marinhas
Telefone: 253 962039
E-mail: [email protected]

Escola Básica de Góios

Orago: S. Miguel
Área: 11,72 Km2
População: 6.193 habitantes (Census 2011).
Atividades Económicas: Agricultura; Indústria Têxtil e Comércio.
Toponímia: A origem deste nome pode-se encontrar no nome comum marinha (latim marina). Está intimamente associado à extração salineira que aqui se fazia, pelo menos, em períodos medievais.
Brasão: Escudo de ouro, balança de verde, realçada de negro e, brocante, uma espada flamejante, alçada, de vermelho, com punho de negro, entre uma roda de azenha de azul e um monte de sal de sua cor, realçado de negro; campanha ondeada de azul e prata. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco com a legenda a negro, em maiúsculas: “ MARINHAS – ESPOSENDE “ (Diário da República, III Série, nº 270, de 21/11/1996).
Localização: Marinhas confina a norte com S. Bartolomeu do Mar, a nascente com Vila Chã, a sul com Palmeira de Faro, Gandra e Esposende e a poente com o Oceano Atlântico.
Património Cultural e Edificado: Igreja Paroquial; Capela da Senhora da Saúde; Capela da Senhora das Neves; Capela de S. João; Capela de S. Roque; Capela de S. Sebastião; Capela de S. Bento; Moinhos de Abelheira; Forte de S. João Batista (foz do Cávado).
Património Natural: Marinhas é apontada ainda pela beleza das suas praias e sobretudo pelos Moinhos da Abelheira, que no passado tiveram um papel importante na economia da freguesia.
Património Etnográfico – Ranchos: Rancho Folclórico “As Moleirinhas de Marinhas”; Rancho Folclórico Danças e Cantares de Marinhas.

Escola Básica de Guilheta – Antas

Orago: S. Paio
Área: 6,97 Km2
População: 2.221 habitantes (Censos 2011).
Atividades Económicas: Agricultura, Pirotecnia, Transformação de Mármore/Granito e Metalomecânica.
Toponímia: o seu nome advém da arqueologia. Anta é a designação de uma sepultura megalítica (cerca de 5.000 a.C.). O facto é que no aro da freguesia existem alguns (poucos) exemplares desta Cultura, bem como um Menir, também deste período.
Brasão: Escudo de azul, duas antas arqueológicas de ouro e, em chefe, mitra de prata forrada de vermelho. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco com a legenda a negro, em maiúsculas: “ANTAS – ESPOSENDE“ (Diário da República, III Série, n.º 241, de 17/10/1997).
Localização: S. Paio de Antas situa-se no extremo norte do concelho de Esposende, fazendo fronteira, através do rio Neiva, com a freguesia de Castelo de Neiva e com o concelho e distrito de Viana do Castelo. A nascente faz fronteira com Forjães, a poente com o Oceano Atlântico e a sul com Belinho e Vila Chã.
Património Cultural e Edificado: Menir; Inscrição Medieval; Igreja Paroquial e cruzeiro; Capela da Senhora do Rosário; Capela de Santa Tecla; Capela da Sr.ª dos Remédios; Quinta de Belinho; Quinta Velha; Azenhas do Neiva.
Património Natural: Estuário do Rio Neiva.
Património Etnográfico – Ranchos: Grupo de Cantares e Dançares de S. Paio de Antas

Escola Básica de Guilheta – Antas

Morada: Rua da Escola
4740–013 Antas
Telefone: 253 872326
E-mail: [email protected]

Escola Básica de Mar

Morada: Largo 25 de Abril, Lugar de Cima,
4740-512 Mar
Telefone: 253 872 561
E-mail: [email protected]

Escola Básica de Mar

Orago: S. Bartolomeu
Área: 2,54 Km2
População: 1.182 habitantes (Census 2011).
Atividades Económicas: Agricultura.
Toponímia: A origem do nome não é consensual entre os investigadores. O primitivo nome era S. Bartolomeu de Vila d’Atam – antropónimo da Reconquista. Por volta do séc. XIV este nome cai em desuso e no início do séc. XVI aparece referenciada como S. Bartolomeu das Marinhas (atividade salineira). Em 1572, na Carta Régia que D. Sebastião elevou Esposende a vila, já vem referenciada como S. Bartolomeu do Mar.
Brasão: Escudo de prata, ondeado de verde, com pira de ouro, carregada de um galo negro, ousado, bicado, cristado, barbelado e membrado de vermelho, e, em ponta, de um livro de prata aberto, encadernado de vermelho, tendo brocante uma faca de vermelho encabada de negro e posta em barra. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco com a legenda a negro em maiúsculas: “MAR – ESPOSENDE“ (Diário da República, III Série, nº 169, de 24/07/1997).
Localização: Mar (S. Bartolomeu) situa-se na parte norte do concelho. Encontra-se em plena planície do litoral e confina a norte com Belinho (com quem está agregada), a nascente com Vila Chã, a sul com Marinhas e a Poente com o Oceano Atlântico.
Património Cultural e Edificado: Estátua-menir de Mar; Igreja Velha; Igreja Paroquial; Fonte das Quatro Bicas, Cruzeiros e Alminhas.
Património Natural: Praias Oceânicas.

Escola Básica de Pinhote

Orago: S. Miguel
Área: 11,72 Km2
População: 6.193 habitantes (Census 2011).
Atividades Económicas: Agricultura; Indústria Têxtil e Comércio.
Toponímia: A origem deste nome pode-se encontrar no nome comum marinha (latim marina). Está intimamente associado à extração salineira que aqui se fazia, pelo menos, em períodos medievais.
Brasão: Escudo de ouro, balança de verde, realçada de negro e, brocante, uma espada flamejante, alçada, de vermelho, com punho de negro, entre uma roda de azenha de azul e um monte de sal de sua cor, realçado de negro; campanha ondeada de azul e prata. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco com a legenda a negro, em maiúsculas: “ MARINHAS – ESPOSENDE “ (Diário da República, III Série, nº 270, de 21/11/1996).
Localização: Marinhas confina a norte com S. Bartolomeu do Mar, a nascente com Vila Chã, a sul com Palmeira de Faro, Gandra e Esposende e a poente com o Oceano Atlântico.
Património Cultural e Edificado: Igreja Paroquial; Capela da Senhora da Saúde; Capela da Senhora das Neves; Capela de S. João; Capela de S. Roque; Capela de S. Sebastião; Capela de S. Bento; Moinhos de Abelheira; Forte de S. João Batista (foz do Cávado).
Património Natural: Marinhas é apontada ainda pela beleza das suas praias e sobretudo pelos Moinhos da Abelheira, que no passado tiveram um papel importante na economia da freguesia.
Património Etnográfico – Ranchos: Rancho Folclórico “As Moleirinhas de Marinhas”; Rancho Folclórico Danças e Cantares de Marinhas.

Escola Básica de Pinhote

Morada: Rua 15 de Agosto
4740–574 Marinhas
Telefone: 253 962033
Email: [email protected]

Escola Básica de Rio de Moinhos

Morada: Rua Joaquim Regado
4740–577 Marinhas
Telefone: 253 962042
Email: [email protected]

Escola Básica de Rio de Moinhos

Orago: S. Miguel
Área: 11,72 Km2
População: 6.193 habitantes (Census 2011).
Atividades Económicas: Agricultura; Indústria Têxtil e Comércio.
Toponímia: A origem deste nome pode-se encontrar no nome comum marinha (latim marina). Está intimamente associado à extração salineira que aqui se fazia, pelo menos, em períodos medievais.
Brasão: Escudo de ouro, balança de verde, realçada de negro e, brocante, uma espada flamejante, alçada, de vermelho, com punho de negro, entre uma roda de azenha de azul e um monte de sal de sua cor, realçado de negro; campanha ondeada de azul e prata. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco com a legenda a negro, em maiúsculas: “ MARINHAS – ESPOSENDE “ (Diário da República, III Série, nº 270, de 21/11/1996).
Localização: Marinhas confina a norte com S. Bartolomeu do Mar, a nascente com Vila Chã, a sul com Palmeira de Faro, Gandra e Esposende e a poente com o Oceano Atlântico.
Património Cultural e Edificado: Igreja Paroquial; Capela da Senhora da Saúde; Capela da Senhora das Neves; Capela de S. João; Capela de S. Roque; Capela de S. Sebastião; Capela de S. Bento; Moinhos de Abelheira; Forte de S. João Batista (foz do Cávado).
Património Natural: Marinhas é apontada ainda pela beleza das suas praias e sobretudo pelos Moinhos da Abelheira, que no passado tiveram um papel importante na economia da freguesia.
Património Etnográfico – Ranchos: Rancho Folclórico “As Moleirinhas de Marinhas”; Rancho Folclórico Danças e Cantares de Marinhas.

Escola Básica de Vila Chã

Orago: S. João Baptista
Área: 8,30 Km2
População: 1.419 habitantes (Censos 2011).
Atividades Económicas: Construção Civil; Agropecuária; Exploração Florestal; Extração do Caulino e Transformação da Madeira.
Toponímia: A origem do nome Vila Chã estará associada à topografia do terreno. Situa-se esta freguesia em pleno planalto, a nascente da arriba fóssil que faz a transição para a veiga e o mar. Assim, Vila Chã (Villa Planum) será o lugar alto e chã (plano).
Brasão: Escudo de Prata, um dólmen de negro, acompanhado de três pinheiros de verde e, em orla, um cordão vermelho com dois nós, em chefe e em ponta. Coroa mural de três torres de prata. Listel branco, com a legenda a negro, em maiúsculas: “VILA CHÃ – ESPOSENDE” (Diário da República, III Série, nº 233, de 08/10/1996).
Localização: A freguesia de Vila Chã encontra-se situada em plena arriba fóssil. Confina a norte com Antas (S. Paio) e Forjães, a nascente com Palme (Barcelos) e Curvos, a sul com Palmeira de Faro e a poente com Marinhas e Mar (S. Bartolomeu).
Património Cultural e Edificado: Anta da Portelagem; Anta do Rapido; Anta da Cruzinha; Castro de S. Lourenço; Igreja Paroquial; Capela de S. Lourenço; Alminhas e Cruzeiros.
Património Natural: Miradouro de S. Lourenço.
Património Etnográfico – Ranchos: Ronda Típica de Vila Chã.

Escola Básica de Vila Chã

Morada: Rua da Igreja,
4740-634 Vila Chã
Telefone: 253 966 251
E-mail: [email protected]

Escola Básica de António Rodrigues Sampaio

Morada: Avª João Paulo II, nº 388
4740–532 Marinhas
Telefone: 253 960210
E-mail: [email protected]

Escola Básica de António Rodrigues Sampaio

Orago: S. Miguel
Área: 11,72 Km2
População: 6.193 habitantes (Census 2011).
Atividades Económicas: Agricultura; Indústria Têxtil e Comércio.
Toponímia: A origem deste nome pode-se encontrar no nome comum marinha (latim marina). Está intimamente associado à extração salineira que aqui se fazia, pelo menos, em períodos medievais.
Brasão: Escudo de ouro, balança de verde, realçada de negro e, brocante, uma espada flamejante, alçada, de vermelho, com punho de negro, entre uma roda de azenha de azul e um monte de sal de sua cor, realçado de negro; campanha ondeada de azul e prata. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco com a legenda a negro, em maiúsculas: “ MARINHAS – ESPOSENDE “ (Diário da República, III Série, nº 270, de 21/11/1996).
Localização: Marinhas confina a norte com S. Bartolomeu do Mar, a nascente com Vila Chã, a sul com Palmeira de Faro, Gandra e Esposende e a poente com o Oceano Atlântico.
Património Cultural e Edificado: Igreja Paroquial; Capela da Senhora da Saúde; Capela da Senhora das Neves; Capela de S. João; Capela de S. Roque; Capela de S. Sebastião; Capela de S. Bento; Moinhos de Abelheira; Forte de S. João Batista (foz do Cávado).
Património Natural: Marinhas é apontada ainda pela beleza das suas praias e sobretudo pelos Moinhos da Abelheira, que no passado tiveram um papel importante na economia da freguesia.
Património Etnográfico – Ranchos: Rancho Folclórico “As Moleirinhas de Marinhas”; Rancho Folclórico Danças e Cantares de Marinhas.

Escola Básica de Forjães (Pré-Escolar, 1º, 2º e 3º ciclos)

Orago: Santa Marinha
Área: 8,86 Km2
População: 2.767 habitantes (Censos 2011).
Atividades Económicas: Agricultura, Indústria e Comércio.
Toponímia: A origem do nome Forjães estará, segundo A. de Almeida Fernandes, no patronímico Froganiz. Terá, portanto, uma origem germânica. Froganis seria a “villa” (a terra) de Froga.
Brasão: Escudo de azul, vulto de Santa Marinha com os seus atributos, tudo de ouro, realçado a negro, entre duas espigas de trigo de ouro; em ponta, duas burelas ondeadas de prata. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco, com legenda a negro: “FORJÃES” (Diário da República, III Série, nº 242, de 18/10/1997).
Localização: A freguesia de Forjães situa-se nas margens do rio Neiva e dista cerca de 7 km da sede concelhia. Está num dos extremos, fazendo fronteira a norte com Alvarães (Viana do Castelo), a nascente e sudeste com Fragoso, Palme e Aldreu (Barcelos), a sul com Vila Chã e a poente com S. Paio de Antas.
Património Cultural e Edificado: Menir de Infia; Igreja Paroquial; Capela de S. Roque; Capela da Senhora da Graça; Solar de Pregais; Quinta de Curvos; Escolas Rodrigues Faria/Centro Cultural de Forjães (painéis de azulejo de Jorge Colaço); Alminhas; Cruzeiros; Azenhas do Neiva; Fontes e Lavadouros Públicos.
Património Natural: Margens do Rio Neiva.
Património Etnográfico – Ranchos: Grupo Associativo de Divulgação Tradicional de Forjães.

Escola Básica de Forjães (Pré-Escolar, 1º, 2º e 3º ciclos)

Morada: Rua da Pedreira, n.º 207
4740–446 Forjães
Telefone: 253 879200
E-mail: [email protected]

Jardim de Infância de Cepães

Morada: Rua da Escola Nova
4740–522 Marinhas
Telefone: 253 966316
E-mail: [email protected]

Jardim de Infância de Cepães

Orago: S. Miguel
Área: 11,72 Km2
População: 6.193 habitantes (Census 2011).
Atividades Económicas: Agricultura; Indústria Têxtil e Comércio.
Toponímia: A origem deste nome pode-se encontrar no nome comum marinha (latim marina). Está intimamente associado à extração salineira que aqui se fazia, pelo menos, em períodos medievais.
Brasão: Escudo de ouro, balança de verde, realçada de negro e, brocante, uma espada flamejante, alçada, de vermelho, com punho de negro, entre uma roda de azenha de azul e um monte de sal de sua cor, realçado de negro; campanha ondeada de azul e prata. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco com a legenda a negro, em maiúsculas: “ MARINHAS – ESPOSENDE “ (Diário da República, III Série, nº 270, de 21/11/1996).
Localização: Marinhas confina a norte com S. Bartolomeu do Mar, a nascente com Vila Chã, a sul com Palmeira de Faro, Gandra e Esposende e a poente com o Oceano Atlântico.
Património Cultural e Edificado: Igreja Paroquial; Capela da Senhora da Saúde; Capela da Senhora das Neves; Capela de S. João; Capela de S. Roque; Capela de S. Sebastião; Capela de S. Bento; Moinhos de Abelheira; Forte de S. João Batista (foz do Cávado).
Património Natural: Marinhas é apontada ainda pela beleza das suas praias e sobretudo pelos Moinhos da Abelheira, que no passado tiveram um papel importante na economia da freguesia.
Património Etnográfico – Ranchos: Rancho Folclórico “As Moleirinhas de Marinhas”; Rancho Folclórico Danças e Cantares de Marinhas.

Departamentos

Pré-escolar

Coordenadora: Margarida Barrocas

Primeiro ciclo

Coordenador: Carlos Vieira

Línguas

Coordenadora: Paula Sobral

Matemática e Ciências Experimentais

Coordenadora: Ângela Fidalgo

Ciências Sociais e Humanas

Coordenadora: Isabel Brito

Expressões

Coordenadora: Carla Cardoso

Educação Inclusiva

Coordenadora: Celina Gonçalves

Orgãos Institucionais

No início de mais um ano letivo, saúdo toda a comunidade educativa e, de forma especial, todos os novos alunos do Agrupamento e os seus encarregados de educação, desejando-lhes as maiores felicidades nesta etapa da sua vida escolar.
Neste novo ano, o Agrupamento António Rodrigues António Sampaio continuará a trabalhar com toda a comunidade educativa, na procura constante de consensos capazes de promover o sucesso escolar e social.
Continuaremos a promover uma cultura de diálogo, de participação, de partilha e de responsabilização de todos e de cada um dos elementos da comunidade educativa.
Continuaremos a trabalhar para consolidar os bons resultados já alcançados, em termos de satisfação dos nossos alunos e respetivos pais e encarregados de educação, mas também dos professores e funcionários.
Por isso, conto com a cooperação imprescindível de todos, na construção dos cidadãos do futuro e de uma Escola que desejamos cada vez melhor.
Queremos manter presentes os princípios da confiança, da segurança, da proximidade e do respeito, criando oportunidades, desenvolvendo soluções apropriadas à comunidade que servimos e procurando dar respostas às
necessidades e expectativas de cada um.
Somos AE António Rodrigues Sampaio!

Associação de Pais

Aproximar a família e a escola, reconhecendo o papel e a importância de cada um na Comunidade Educativa.

Associação de Pais a Amigos do Jardim de Infância de Cepães

Presidente – Ana Luísa Soares

 

Associação de Pais e Encarregados de Educação da EB1 de Vila Chã

Presidente – Ana Cristina Cruz Sampaio Silva

 

Associação de Pais e Encarregados de Educação da EB 2,3 de Marinhas

Presidente – Maria do Carmo Cardante

 

Associação de Pais e Encarregados de Educação da EBI/JI de Belinho

Presidente – Sara Patrícia Alves de Sá

 

Associação de Pais e Encarregados de Educação da EBI/JI de Góios

Presidente – Anaïs Stephanie Yde Marcelle Santos

 

Associação de Pais e Encarregados de Educação da EB do Baixo Neiva

Presidente – Mariana Pereira de Faria Ribeiro

 

Associação de Pais e Encarregados de Educação e Amigos da Escola de Pinhote

Presidente – Jorge Armindo do Monte Salgado

 

Comissão de Pais da EB Mar

Presidente – Margarida Albina Carneiro Cepa

 

FAP – Federação das Associações de Pais

Presidente – Cristina Nogueira

Documentos Estruturantes